Ritmo 93 Rosane Felix
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Debate

Como não negligenciar a dor alheia?

Uma ouvinte por e-mail

Vivo um momento de profunda fragilidade e tristeza: perdi meu marido há pouco tempo e não fui amparada pela minha igreja. Hoje me sinto desamparada, desacreditada do amor fraternal e a dor só aumenta. Qual o papel da igreja quando um de seus membros sofre? Como dividir o fardo e não negligenciar a dor alheia? O que de fato significa “chorar com os que choram”? Por outro lado, será que estou exigindo demais das pessoas? Como não me tornar uma pessoa frágil e carente de atenção?

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